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Reciclagem

História da reciclagem

Ainda que a reciclagem possa parecer um conceito moderno introduzido com o movimento ambiental da década de 70, ela já existe de fato há cerca de milhares de anos. Antes da era industrial, você não conseguia produzir bens rapidamente e com baixo custo; assim, virtualmente todos praticavam a reciclagem de alguma forma. Os programas de reciclagem de larga escala, porém, eram muito raros: eram os moradores das casas que predominantemente praticavam a reciclagem.





A produção em massa da era industrial é, de muitas formas, a razão básica pela qual precisamos nos preocupar com a reciclagem em larga escala. Quando os produtos podem ser produzidos e comprados muito baratos, geralmente faz mais sentido econômico simplesmente jogar fora itens antigos e comprar outros novinhos em folha. Essa cultura de bens "descartáveis", porém, criou inúmeros problemas ambientais, que discutiremos em detalhes na próxima seção.

Nas décadas de 30 e 40, a conservação e a reciclagem se tornaram importantes na sociedade dos EUA e em muitas outras partes do mundo. Depressões econômicas fizeram da reciclagem uma necessidade para muitas pessoas sobreviverem, já que elas não podiam pagar por bens novos. Na década de 40, produtos como o náilon, a borracha e muitos metais eram racionados e reciclados para ajudar a suportar o esforço da guerra. A explosão econômica dos anos pós-guerra, porém, causou o fim do conservacionismo da consciência dos EUA . Não foi antes do movimento ambiental das décadas de 60 e 70, preconizado pelo primeiro Dia da Terra (em inglês), em 1970, que a reciclagem novamente se tornou uma idéia corrente. Apesar da reciclagem ter sofrido alguns anos de baixa (por causa da aceitação do público e do mercado de bens reciclados estagnado), de modo geral ela aumentou ano após ano. O sucesso da reciclagem se deve à aceitação do grande público, ao crescimento da economia da reciclagem e às leis que exigem coletas recicladas ou forçam o conteúdo reciclado em determinados processos de manufatura.

Inovação da reciclagem: campos de golfe de aterro.

E se você pudesse reciclar um aterro inteiro, cheio de milhões de toneladas de lixo? Isso foi realizado em muitos locais, onde o aterro é coberto com terra, plantado com vegetação e transformado em um campo de golfe. O Mountain Gate Country Club, perto de Los Angeles, é um exemplo disso

Uma outra maneira de reciclar aterros envolve capturar o gás metano liberado pelo lixo em decomposição e usá-lo para produzir energia. A medida é também mitigadora do aquecimento global. Outra maneira é reutilizar os antigos buracos dos aterros, onde o lixo se decompôs, preenchendo-o com lixo novamente.


Benefícios da reciclagem

A maioria das razões pelas quais reciclamos é ambiental, ainda que algumas sejam econômicas.
Lixo em excesso
Uma das principais razões para a reciclagem é reduzir a quantidade de lixo enviada para os aterros. O uso de aterros atingiu seu ápice na década de 80, quando os americanos mandaram quase 150 milhões de toneladas de lixo para aterros por ano. Atualmente, ainda são lançados mais de 100 milhões de toneladas de lixo em aterros anualmente. Apesar de os aterros sanitários modernos serem mais seguros e menos incômodos do que os depósitos abertos do passado, ninguém gosta de ter um deles por perto. Nas áreas densamente povoadas, o espaço para aterros é escasso. Onde há muito espaço, enchê-lo com lixo não é uma solução muito boa para o problema.
Em 2006, os esforços de reciclagem nos Estados Unidos desviavam 32% do lixo dos aterros. Isso evita que mais de 60 milhões de toneladas de lixo acabem em aterros anualmente.




Na imagem acima o lixo transborda em um aterro

Bens novos consomem recursos:
Fabricar um produto novinho em folha sem qualquer material reciclado causa o esgotamento de recursos naturais no processo de manufatura. O papel usa a polpa de madeira das árvores, ao passo que a fabricação de plástico requer o uso de combustíveis fósseis, como petróleo e gás natural. Fazer alguma coisa com materiais reciclados significa usar menos recursos naturais.

Ciclo da reciclagem:




A reciclagem (às vezes) usa menos energia
Há muito espaço para debate sobre esse aspecto da reciclagem, mas muitos processos de reciclagem requerem menos energia do que os fabricantes precisariam para fazer o mesmo item novinho em folha. A fabricação de plástico é muito barata, e alguns bens de plástico podem ser difíceis de reciclar eficientemente. Nesses casos, o processo de reciclagem provavelmente consome mais energia. Também pode ser difícil calcular todos os custos de energia ao longo da cadeia de produção inteira. A reciclagem de aço certamente usa menos energia que o processo inteiro de mineração do minério de ferro, refinamento e forja de aço novo. Alguns alegam que a frota de caminhões de reciclagem que coleta plástico e papel de porta em porta semanalmente nas cidades abala o equilíbrio da energia contra a reciclagem. O uso da energia é um fator que deve ser considerado caso a caso.
Dinheiro
A reciclagem tem uma série de impactos econômicos. Para as empresas que compram bens usados, os reciclam e revendem como produtos novos, a reciclagem é a fonte de toda sua receita. Para cidades em áreas densamente povoadas que devem pagar por tonelagem para usar seus aterros, a reciclagem pode cortar milhões de dólares dos orçamentos municipais. A indústria da reciclagem pode ter um impacto ainda mais amplo. Análises econômicas mostram que a reciclagem pode ser três vezes rentável por tonelada do que aterros, bem como gerar quase seis vezes o número de empregos.
No Brasil, um dos protagonistas da cadeia de reciclagem são as cooperativas de catadores. Elas tem sido responsáveis pela melhoria das estatísticas de reciclagem, além de serem verdadeiros mecanismos de inclusão social (são uma alternativa efetiva de trabalho para boa parte da população carente do País)

Todos materiais passíveis de reciclagem (99% do lixo produzido) sem aumento de custo para o município e para os participantes, gerando empregos e oportunidades para a comunidade local. Colaborando com a limpeza pública, PROTEGENDO O MEIO AMBIENTE. Os grande lixões, além de poluirem o solo, trazem mal cheiro, doenças, poluição das nascentes e rios. Os oceanos praticamente não contam com políticas de conservação. Enquanto a conservação de parques e reservas abrange algo em torno de 9% da superfície terrestre, nos oceanos, ocupam menos de 1%. Além disso, são jogadas cerca de 6,5 milhões de toneladas de lixo, por ano nos oceanos só no Brasil, sem contar os acidentes com vazamentos de petróleo, os naufrágios de navios e submarinos com carga ou combustível nucleares e as descargas contínuas de esgotos!





Se você quer implantar a coleta seletiva, na sua residência ou local de trabalho, Leia com atenção a baixo como separar o lixo corretamente, faça um movimento conjunto e planeje campanhas e a retirada dos materiais recicláveis.



COMO COLOCAR A RECICLAGEM EM PRÁTICA.



Em sua casa, apartamento ou trabalho, as orientações a seguir:-

Normalmente em todos os locais só existe um cesto de lixo. Pois bem, separe vários sacos plásticos e vá colocando cada tipo de lixo em um deles.

É fácil...basta você "guardar" os saquinhos de embalagens que você ganha nos supermercados! Depois fixe um "sarrafo" de uns dois metros na parede do quintal ou da área de serviços e pendure os saquinhos com um prego, e vá substituindo-os conforme eles encherem. Se quiser, poderá escrever "caprichadinho" no sarrafo, um nome para o destino de cada saquinho. Para empresas é só orientar os funcionários e colocar tambores grandes com os respectivos nomes.




logo terá muitas pessoas de olho naquele lixo que vale dinheiro.
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